Por que o comunismo não morre?

Bandeira do comunismo. (Reprodução)
Apesar de comprovadamente deletério e imoral, o comunismo não morre por um motivo muito simples e triste: é uma engenhosa forma de ver o mundo e de agir sobre ele que se encaixa perfeitamente com a maneira de ser e pensar do mau caráter.

Enquanto houver seres humanos cujo motor central seja o mau caratismo em vez da decência, o comunismo será uma força criminosa a influir na sociedade, mas sempre disfarçada de força "política". 

Os antecessores de Marx tentaram e não conseguiram formular uma teoria que justificasse "moralmente", filosoficamente e socialmente o roubo, o assassinato, a chantagem e a mentira metódica. 

Com a ajuda de Engels, Marx conseguiu essa incrível façanha de criar toda uma teoria capaz de elevar vagabundo ao status de "homem superior" que luta por "justiça social". 

Na ótica cínica do comunismo, o ser inferior não rouba, "desapropria"; não mata, "luta contra os reacionários e os contrarrevolucionários"; não mente, engana e trai, mas "trabalha para a revolução" e por "um mundo melhor". 

Sem os truques teóricos-linguísticos do comunismo, pessoas como Boulos, Gleisi, Lula, Stédile, Dirceu, irmãos Castro, Maduro, Guevara e tantos outros, seriam apenas criminosos comuns. 

Essa é a força diabólica do comunismo: permitir que os piores exemplares da nossa espécie possam exercer sua psicopatia dentro do sistema político e com legitimidade, convencendo populações inteiras de que o lixo não é lixo, mas "força revolucionária". 

Lembrem-se de seres inomináveis no Congresso, como Sâmia Bonfim e Glauber Braga, ofendendo pesadamente um homem honesto como Sérgio Moro; e das legiões de zumbis das redes sociais que são fãs de Adélio e votaram em Haddad, o grande admirador de Stálin, um dos maiores genocidas da história. 

O comunismo sacraliza vagabundo, demoniza gente honesta e transforma a humanidade em dois grupos básicos: os que servem como matéria-prima para a agenda esquerdista, e os que não servem de matéria-prima; e esses últimos devem ser presos ou mortos. 

Assim como os males da doença, do assassinato, da droga e da prostituição, o mal do comunismo não pode ser totalmente extirpado, mas pode e deve ser reduzido drasticamente.

Referências:

https://www.facebook.com/marco.frenette/posts/10216956304515147 

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