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A pandemia, o pânico e a macarronada da mama

Turista com máscara de proteção perto do Coliseu, em Roma. (Foto: Andreas Solaro/AFP - Reprodução)
“Desde o início pandemia do COVID-19, merecidamente alcunhado de Vírus Chinês, um país vem se destacando aos demais e se tornou o símbolo máximo do pânico, servindo como grande justificação para que governantes mal intencionados ou assessorados resolvessem se arvorar de autoritarismo, centralizando poder e cerceando liberdades e direitos individuais. 

Após 121 dias da oficialização do 1º caso de infecção pelo COVID-19 em Wuhan, a Itália concentra nada menos do que 1/3 das 33.257 mortes confirmadas no Mundo. Isso dentre 203 países atingidos. (Dados de 30/03/2020) 

Essa brutal desproporção vem chamado há algum tempo minha atenção e a partir disso resolvi reunir dados de conhecimento público para raciocinar a respeito da situação em que estamos passando. Afinal, embora a Itália pareça ser um enorme ponto fora da curva, se tornou a referência para que fôssemos todos condenados a cumprir pena prisão em regime domiciliar. 

1. No início da pandemia, o 1º Ministro Giuseppe Conte, determinou que apenas pacientes gravíssimos deveriam ser testados para o Coronavírus. A média de idade desses pacientes era de 75,6 anos, muitos dos quais com mais 90 anos, outros tantos em quadros gravíssimos de saúde como câncer avançado, pós-infartos e pós-AVCs recentes. A justificativa se baseava na insuficiência de testes diagnósticos. 

2. Vários autores, inclusive um estudo importante de Oxford, apontaram sérios problemas metodológicos na coleta de dados por parte da Itália, inflacionando o número de óbitos. Esses problemas de metodologia criam sérias distorções, especialmente quando o que se quer saber é a letalidade do vírus (causa principal da morte). 

3. Li recentemente um trabalho de 2017 feito na Espanha no qual swabs realizados logo após o óbito, em mortes naturais por qualquer causa (infarto, AVC, Câncer, traumas...) identificou algum tipo de vírus respiratório (Influenza, H1N1, Rinovírus...) em até 47% dos idosos recém-falecidos. 

4. As regiões da Lombardia e da Toscana possuem fábricas têxteis Chinesas nas quais centenas de chineses trabalham. Muitos deles seriam de Wuhan e teriam passado o ano novo chinês (25 de Janeiro) na sua cidade de origem. 

5. O número de óbitos da Itália não bate com o de nenhum outro país atingido. Os 2 países com números mais próximos de infectados confirmados são a China e os EUA. A China teve pouco mais de 82 mil casos e 3.313 mortes. 

Os EUA já confirmaram mais de 122 mil casos e tiveram 2.112 mortes. A Itália com 97 mil casos teve 10.781 mortes?! Simplesmente não bate!
por último, E O MAIS IMPORTANTE: 

6. Quando a Itália decretou a quarentena, iniciada parcialmente em 11 Municípios em 21/02/2020 e depois expandida para praticamente todo país em 08/03/2020, haviam apenas 5.800 infectados e 233 mortos. 

Ora, se essa destrutiva e multi-sequelar quarentena horizontal (lockdown) é tão eficaz para conter epidemias comunitárias - dado que NENHUM TRABALHO CIENTIFICO SÉRIO JAMAIS COMPROVOU EMPIRICAMENTE - como é que o número de infectados da Itália subiu de 5.800 para 97 mil infectados e como o número de óbitos subiu de 233 para 10.781 mortes???????? 

Eis a pergunta de 1 milhão, que eu gostaria muito que João Dória, Wilson Witzel, Helder Barbalho, Romeu Zema e outros respondessem.”

Referências:

https://www.facebook.com/andre.rochamendeschaves/posts/3063340350372493

https://www.facebook.com/andre.rochamendeschaves

Texto de André Luiz R. M. Chaves
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