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Sociedade Brasileira de Cancerologia recomenda cloroquina

Cloroquina. (Arte/Reprodução)
Um dos principais alvos de debate sobre a cura do coronavírus, a cloroquina ganhou uma aliada: a Sociedade Brasileira de Cancerologia (SBC). O órgão encaminhou, nessa segunda-feira (13/04/2020), um documento ao Ministério da Saúde no qual recomendou a utilização dos medicamento, associado ao uso da azitromicina, durante cinco dias. 

De acordo com a SBC, a associação entre a cloroquina/hidroxicloroquina e azitromicina de 400mg tem “capacidade comprovada de inibir a atividade do novo coronavírus nos primeiros dias de manifestação dos sintomas já conhecidos”. O órgão recomendou que os medicamentos sejam dados durante cinco dias

A Sociedade argumentou no documento que o protocolo recomendado tem baixo custo e que o mercado possui grande disponibilidade dos medicamentos, com baixa incidência de efeitos adversos. A SBC também destacou que a aplicação do protocolo indicado não seja apenas em pacientes com casos moderados ou graves, mas, que é recomendado, principalmente, “para o uso ambulatorial quando na presença dos primeiros sintomas”, evitando a gravidade da COVID-19 e letalidade evolutiva. 

Na semana passada, o ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta pediu cautela no uso da cloroquina, uma vez que o medicamento pode colocar os pacientes em risco, tendo em vista a grande quantidade de vírus, como H1N1 e Influenza A e B. A grande preocupação do ministro é com os efeitos colaterais que a cloroquina pode trazer, como fortes dores de cabeça e cegueira, além de arritmia cardíaca, podendo causar infarto em pacientes maiores de 60 anos, que integram o grupo de risco do coronavírus.

Referências:

http://www.sbcancer.org.br/oficio-no-006-2020-emitido-pela-diretoria-da-sociedade-brasileira-de-cancerologia-ao-excelentissimo-senhor-dr-luiz-henrique-mandetta-ministro-da-saude/ 


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