Como fugir do destino da Venezuela: a Lei de Talião

Hamurabi, rei babilônico do século XVIII a.C. (Reprodução)
Alguns, ao lerem meus diagnósticos da realidade brasileira - uma realidade dominada até o talo pela criminalidade esquerdista -, me perguntam: "O que fazer?". Ora, todos nós fazemos a mesma pergunta o tempo todo, a nós próprios e aos outros.

Claro que ninguém tem uma resposta milagrosa, porque os remédios para o gigante secularmente sangrado são múltiplos e complexos, envolvendo ações de curto, médio e longo prazo em todas as áreas. 

Porém, há uma diretriz geral que, se não for seguida pela parte honesta dos brasileiros, certamente condenará o Brasil, por mais que demore, ao mesmo destino das latrinas socialistas. Porque até um gigante termina caindo se sangrado constantemente. 

A diretriz geral é esta: fazer com a criminalidade esquerdista EXATAMENTE o que ela faz com seus inimigos. Não é preciso cometer nenhuma injustiça, apenas aplicar a Lei de Talião, aquela famosa do olho por olho, dente por dente

A criminalidade esquerdista - desde Marx e Engels até os isentões das redes sociais e os juízes caçadores de fakenews - sempre afirmou que seus caminhos são legítimos. Então, certamente eles entenderão como perfeitamente corretas a devolução dos mesmos procedimentos "legítimos" que usam... 

Claro que poucos colocarão isso em prática, porque há um abismo entre a facilidade do falar e a coragem necessária para fazer a coisa certa em vez de fazer o que a covardia diz ser conveniente. 

Se todos os conservadores que têm algum poder e dinheiro - tanto os de dentro e quanto os de fora do governo - usassem suas capacidades para dar o troco à criminalidade esquerdista, o Brasil se tornaria uma nação próspera e poderosa em duas ou três décadas; e uma nação civilizada em cinco ou seis décadas. 

Mas o que temos no lugar da coragem do troco? Conservadores tendo seus olhos e dentes arrancados, e, mesmo com a dor e a cegueira, ainda ponderam se realmente chegou a hora de reagir de modo simétrico.

Referências:

https://www.facebook.com/marco.frenette/posts/10217499995507082


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