O estofo histórico dos antibolsonaristas

O socialismo na prática - o laboratório da morte. (Reprodução)
Os principais tipos de esquerdismo na história mundial são:

- O socialismo de Stálin;
- O socialismo de Adolf Hitler;
- O socialismo de Mussolini;
- O socialismo de Mao;
- O socialismo de Pol Pot;
- O socialismo de Kim Il-Sung;
- O socialismo de Fidel Castro.

Todos esses criminosos e genocidas, responsáveis pela morte de mais de 100 milhões de pessoas - com a maioria assassinada em tempos de paz por simplesmente discordar do socialismo ou pela fome gerada pelo regime - são os ídolos de todos os antibolsonaristas.

Muitos antibolsonaristas mentem, dizendo que detestam esses criminosos citados tanto quanto detestam o conservadorismo de Bolsonaro. 

Porém, basta uma rápida pesquisa e se descobre que esses isentões votaram em Haddad na última eleição, que além de poste de presidiário mafioso, é fã e defensor de Stálin, e ardoroso leitor de "O Manifesto Comunista". 

Basta puxar um pouco o fio e a vida de um antibolsonarista, e surge o socialista, esse eterno amante da criminalidade e dos caminhos totalitários. 

Outra parte dos antibolsonaristas, tais como artistas e jornalistas, é composta por eleitores do Boulos, do Lula e do Ciro Gomes, todos eles adeptos da seita socialista. Lembrem-se da frase pronunciada por Lula diante dos repórteres da revista Playboy: "Eu admiro Hitler". 

Mesmo os antibolsonaristas que aparentemente estão fora do espectro da esquerda, tais como os governadores Dória e Witzel, estão agindo de modo perfeitamente socialista: prendendo e oprimindo cidadãos decentes e querendo chegar a um estado de sítio enquanto superfaturam e destroem a economia. Nada mais socialista do que isso, nada mais esquerdista do que isso. 

Embora o antibolsonarismo seja, evidentemente, um fenômeno recente, a origem desse sentimento tem a ver com uma profunda simpatia pela criminalidade esquerdista.

Referências:

https://www.facebook.com/marco.frenette

https://www.facebook.com/marco.frenette/posts/10217473601287243

Texto de Marco Frenette
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