Breve história do Manifesto Comunista

Comunismo. (Reprodução)
Amado por toda a criminalidade esquerdista, a força atual do "Manifesto Comunista" não pode ser subestimada.

Criminoso nenhum lê "O Capital", nem mesmo os intelectuais da máfia, mas todo militante termina lendo o "Manifesto". 

Ele foi publicado em 1848. O folclore esquerdista afirma que foi escrito por Marx e Engels "a pedido da Liga dos Comunistas". Mentira. Porque a Liga dos Comunistas foi fundada pelos próprios em 1847, e eles já tinham esse texto pronto. Marx e Engels encomendaram o "Manifesto" a Marx e Engels. 

Toda a base da mente criminosa dos esquerdistas atuais - desses que vemos na Globo, na CNN, no Congresso e nas Universidades - está no "Manifesto". 

Nesse livro doentio, de apenas cinquenta páginas, já encontramos o ataque à família, onde "os laços entre pais e filhos" são descritos como "repugnantes", e anunciam: "destruiremos os laços mais íntimos ao substituir a educação da família pela educação do estado". 

Quando, quase um século depois, surgiram os ataques à família desferidos pelos membros da Escola de Frankfurt e pelo movimento da antipsiquiatria, esses sociopatas apenas cumpriram a ordem dada por Marx e Engels. 

Também está no "Manifesto" o incentivo claro à destruição: "nossa revolução será por meios violentos". 

Todo o ressentimento e inveja que marcam o espírito esquerdista está bem descrito no "Manifesto", onde o "operário oprimido" é levado a crer que tudo "lhe foi usurpado", e que é seu direito pegar "de volta o que lhe foi tomado". 

Para os de miolo mole ou de tendências sociopáticas, o "Manifesto" é um convincente libelo contra a família, contra a propriedade privada, contra a livre iniciativa e contra a liberdade de expressão; além de ser uma convocação para a organização do crime em nível global. Nada mal para um livrinho de cinquenta páginas.

Referências:

https://www.facebook.com/marco.frenette/posts/10217694172081375


Texto de Marco Frenette
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